quinta-feira, 13 de junho de 2013

Sociedade atual

Ter um relacionamento hoje em dia é fácil, só pensar em si mesmo e se divertir. Relacionamentos vêm e vão como um piscar de olhos. Mas eu não sou uma pessoa como todas, eu fico de saco cheio fácil, eu não gosto de conversar o dia todo, eu TENHO compromissos, eu tenho sentimentos e eu tô pouco me lixando se acabamos de nos conhecer. EU NÃO CONFIO EM VOCÊ. Esse deve ser o post mais agressivo desse blog, e após tanto tempo sem postar algo... creio que eu esteja precisando de uma trégua. Conversar é bom, mas amizade demora, e não é do dia pra noite. Conhecer os outros não é saber do que eles gostam. É preocupação por dias a fio em alguém, é mandar um "oi" sem esperar resposta. É não ser egoísta nem um pouco. Então, não esperem nada de mim, apenas agradeçam se um dia eu conversar com vocês. Estou, sim, me retirando dessa sociedade medíocre em que eu me encontrei estacionada minha vida inteira. Eu realmente não ligo pra o que vc achar de mim, as pessoas acham coisas a todo o segundo, eu até posso ter uma visão de você, mas, e daí? é você mesmo quem eu acho que você é? Apenas duas pessoas me conhecem de verdade. Então não venham acreditando no que escutam. Eu já fui muito de querer viver por viver, mas agora que eu não tenho nada que me prenda, espero poder respirar sozinha um ar de um futuro próximo.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Aquela dor. Não, não há sinônimos. Apenas uma singular dor. Fere tudo o que há por dentro de mim e torna-me fria. Fria? eu jamais a fui, e agora permaneço num dilema de ser humano e suas condições. Tudo é tão claro, tudo é tão exato e perfeito. Qualquer calmaria externa que vier traz o medo. A calmaria veio, e a dor, por si só, interveio.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Inconstância

A cada dia, senão hora ou até menos do que segundos, classifico meus sentimentos como momentos nessas unidades. Uma vida de contínuos sentimentos(onde a razão coexiste com a emoção e jamais em patamares diferentes) vou levando-a aos mais extremos momentos.
Essa inconstância que me toma, em que os momentos de alegrias se misturam com os de dor e sofrimento, e então me vejo perdida. O meu Norte talvez esteja errado, ou eu não devo ter o encontrado ainda.
Me faço e desfaço. A brisa leva consigo meus antigos ares sem que eu possa retomar.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Um amor, uma vida

São 23:22, viro a esquina com amigos, ando algumas quadras, sinto o ar da noite entrando em meus pulmões e, com um efeito mágico, todos meus problemas são retirados de meus pensamentos.
Vejo sombras e penumbras, vejo pessoas, vejo, inesperadamente, você. Minha respiração falha,mãos gélidas, o coração acelerando. Pensamentos em coma, sentimentos à flor da pele.
Eu não sei se conseguiria te ter ao meu lado, não sei se suportaria ver sua imagem ao meu lado todas as vezes que sentir saudade de ti, não sei se conseguiria sentir teu coração junto ao meu sem ter uma parada cardíaca. Todavia, eu não consigo me imaginar com mais ninguém, não consigo parar de pensar em outra pessoa se não você. Esse tempo em que ficamos separados só me faz querer te ter mais e ter mais receio de não ser apropriada para teus sentimentos. 5 anos que te conheço e nenhum a menos que te amo.
Por que eu tenho que sentir isso? ;-;

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Nostalgia

~Parte 1 - Nas últimas semanas que se passaram eu andei reparando mais no que eu sou e no que eu era. Várias vezes me peguei remoendo imagens felizes da infância e tristes agora por não ter volta. Penso muito nas pessoas que fizeram parte de mim e hoje já nem as vejo mais, penso muito na minha avó(a qual eu passei grande parte da infância e adolescência aos seus cuidados), e então vejo que não há comparação alguma pelo momento de agora...não pode haver. Tudo mudou rápido, cada um se adaptou de um jeito, as palavras, os tons e olhares já não voltam ao que eram.

~Parte 2 - Voltei a assistir animês, por incrível que pareça, aos 17 anos, e, consequentemente, à desenhar. Me sinto mais feliz de aumentar o elo do meu eu agora com o meu eu passado.
P.s: que ninguém venha dizendo que animê é coisa de criança :( HSAASHUsahu

domingo, 16 de janeiro de 2011

Violência por luxúria

Acabo de ver um vídeo, meu coração se desespera. Não aceito, não é possível haver algo como isso, nem em pensamento. Comemos animais, vestimo-nos com animais, andamos em animais, torturamos e ainda nos achamos no direito de poder fazê-lo.
Por que retiramos a única roupa do frágil animal para nos vestir de mil maneiras? por que o torturar? Está tudo errado. Animais = Humanos, ou, ainda Animais > Humanos.
Conscientize-se para não ter que fazer outras vidas pagarem pelo seu irreparável desejo.
Repasse essa ideia, faça com que menos vidas sejam consumidas, animais sofram uma dor inestimável;

http://www.peta.org/issues/animals-used-for-clothing/fur.aspx

domingo, 9 de janeiro de 2011

O que me doía era olhar para trás.Mas,agora, quando olho meu reflexo, não o encontro. Cada segundo nasço, cada segundo desapareço

Com a minha necessidade de escrita, volto ao meu remoto espaço do qual não deveria ter abandonado por tempos. Acredito em dor passageira, em dor eterna, em dor que não dói.
A primeira, como antes, me adquirira, me subordinou e me dilacerou aos poucos, eu pertencia à ela e nada me pertencia, necessitava de forças e coragem para um plano falível na prática e teoria. A segunda, por sua vez, está em todos, escondida na alma, levando a culpa da justiça humana, a qual ninguém se atreve a mostrar ao irmão. A terceira, agora, é o que sou.
Sou uma dor, uma ferida no mundo. Sou a lágrima da dor, a alegria do malévolo, o sentimento desesperado em seu silêncio calmo sem energia, sem movimento aparente. Não sinto pois a sou, os outros me sentem pois sou algo indesejável visivelmente.
Sou teu tumor crescente nas fibras de teu coração. Ganho força de teu fraquejar, pois, apesar de estar em ti, não estou por ti.
Que vá ao pior lugar do mundo a minha parte sã. Não sou de ti, não me diga o que sabes, pois não sabes nada.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Sentimento que toma posse de mim

Não vou mentir para mim mesma de novo. Não vou esperar que tudo volte ao "normal". Estou, sim, "falling in love over and over and over again". Talvez faria 3 anos, se eu assumisse realmente esse amor desde quando eu o senti pela primeira vez.
Sim, amor. Eu sei que não é paixão. Não poderia ser. Quero beijar-te o rosto, acariciar-te o cabelo, os olhos; segurar suas mãos e esquecer o mundo. Qualquer lugar estaria bom, qualquer momento seria perfeito. Quando te vejo, não consigo olhar para outro lugar, é como se você fosse o limite da beleza, como se tudo estivesse concentrado em ti. Seu andar, seus movimentos mais leves, seu olhar, seu abraço; eu não consigo esquecer como é bom ficar com você, mesmo apenas te olhando escondidamente, mesmo que sempre proibido e sem futuro. Eu te amo tanto quanto eu nunca amei alguém, hoje eu sei. E não irei inventar curtos caminhos para esquecer o que está em minha alma.
E o que eu vou fazer? nada! Simples, eu não posso, ele não pode, o mundo não nos fez para ficarmos juntos. Nada está certo. Pronto, acabou. Eu precisava contar isso pra alguém. Uff.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Último apelo

Cansei de todos, assim como todos devem ter se cansado de mim. Finalmente algo recíproco, mas pára por aí. Serei breve, serei sincera. O que me importa não é mais o mesmo de ontem. Eu me decidi, e não devo satisfações a ninguém. Pois simplesmente ninguém realmente quer ouvir, estão todos pagando seu favor por eu andar junto já que eu "era" alguém legal e agora, como um déficit, ninguém mais me quer por perto. Não estou gerando lucro, popularidade, felicidade e muito menos sou igual a qualquer outra pessoa.
Não, não estou dando satisfações, estou dizendo meu Adeus pra sociedade, essa que não me aceita, essa que culpa os erros, que me dilacera os defeitos em carne viva, essa mesma que esquece os bons feitos e só o que lhe favorecem é o que importa. Cansei de todos vocês, cansei de ser amiga, cansei de ser fiel, cansei de tentar ser legal, de estar com quem precisou nas horas de necessidade. Eu não consigo dizer que falhei, pois realmente ao falhei, fui uma ótima amiga pra quem conseguia ver.
Eu não poderei evoluir com essa muleta de contentar os outros para os outros me contentarem. Isso não faz sentido, nunca irá fazer. Ninguem vive sozinho, mas como nao viver? é impossível acietar quem não mais me aceita, e que finje ter sido algo fortalecedor e imutável na minha vida. Foram bons momentos, mas não passam de meras ilusões, assim comos quaisquer outras que meu cérebro criar. Nada é real, amigos não são reais, meu tempo é real. Não vou mais desperdiçar com "amizade", pois eu já desperdicei muito.
E quem dizia me amar, hoje dificilmente sentaria comigo, dificilmente me ouviria, dificilmente me imploraria ou choraria de mãos dadas comigo por todo o erro que suportamos. Não, eu estou desiludida como nunca. Vocês são um lixo, são merdas, são puras excretas do pior elemento que existir, Vocês são a mentira, a vantagem, o poder, a votnade. Eu odeio todos vocês. Meu ódio é maior que qualquer amizade que vocês possam ter. Me odeiem, podem ir o mais fundo que quiserem. Vocês são os piores, meus amigos são as piores pessoas do mundo.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

O que já foi, o que virá

Não me importa mais nada além de mim. Nada. Isso é tão repentino, tão sem motivo, tão vago. Sou mais uma: a pior, eu estou ciente. Não, obrigada, sim, claro, também te amo, também a odeio. Não, eu não entendo, ninguém entende, e sigo em frente. Algo errôneo está dentro. Não adianta comprar roupas, cortar o cabelo, trocar de corpo. A vida não me muda mas não te muda. Ninguém sobreviverá. Vamos todos explodir. Você, eu.
Não quero mais, nunca mais. Não vou mais pensar, não é questão, é dívida, é desejo, é repugnação. Ninguém está ciente. Ninguém existe, apenas eu. Por hora, ninguém poderia, ninguém gostaria. É demais para todos, não é demais para mim e o faço ser.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

No meio da tempestade, uma chuva

A chuva pinga em meus olhos já úmidos e respinga em meus peitos passando meus sentimentos por onde passo. Eu já esperava por isso, já tinha algo em mente. Mas nada foi tão real quanto a isso, como algo abstrato tomar uma forma, e em mim se juntou. Eu já tomei várias formas, mas esta não me seduz. E se seduz, eu não estou pronta, eu posso me apagar de vez ou resurgir, mas eu não posso continuar simplesmente, não posso seguir em frente sem saber o que fazer. Ou melhor, sem sentir. Sou humana, mas eu não quero o ser.
Estou aqui, eu já andei milhas em meus pensamentos. E aparece do nada o mesmo lugar que já passei. Então eu regredi? ou eu nunca saí do nada?
Eu preciso de alguém. De alguém...

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Momento sem Final

Quando o final do caminho chega não há nada para se pensar, apenas para se sentir. Sentir o que, afinal?. Uma ilusão pós-sofrimento, um dever a menos, um pseudo-sonho concretizado. Nada mais tem sentido; um diploma estampado na parede, olhos distraídos, corações parados, relógios correntes da nova estrada.
Correr, enquanto procuro me entreter para esconder as lágrimas a escorrer. No meu rosto, mesmo ao fim do poço, demonstro que posso. Mas tudo é perda de tempo, é perda do querer, só me resta o esquecer.
Esqueço tudo, quase desapareço do mundo. Meu olho vê o fundo que não se pode ter.
Canso, descanso. Me desespero, espero. Choro, e ignoro.
Aqui estou e nada mais posso dizer. Meu tempo não vive para mim, e eu não vivo para ninguém.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Offline

Sim, mais uma amiguinha está desconectada. Eu venho desde 2007 me prometendo desviciar do tal MSN, mas não conseguia até que uma onda de raiva por mais de 10 janelinhas laranjas me despertar e enfim querer esquecê-lo. Eu perco tempo demais em sites de relacionamento, isso é tão óbvio quanto eu desistir de várias outras atividades por mais "10 minutinhos" na rede. Excluí e não tenho receio de viver sem. Já teve época que eu estive mais de 15 horas conectada, e isso me envergonha muito. Hoje eu vivo só de Orkut, e ainda porque há vários links disponíveis lá que em sites normais eu demoraria p/ encontrar. Portanto, é fácil viver sem Orkut ou então usar uma acc fake.
Aonde eu ando gastando o meu super Tempo? eu tenho saido mais de casa, tenho assistido mais séries(atuais: Lost, Dexter, Desperate Housewives, e Vampire Diaries, House), tenho tirado mais músicas na guitarra e menos stress.
Quer ter contato comigo? oras, estamos com tantas tecnologias à disposição que seria uma covardia dizer que ninguém mais consegue se corresponder comigo. Telefone residencial, celular, orkut, e-mail, e a minha própria casa.
Obrigada pela atención, yo espero que tenha respondido suas dúvidas.
Qualquer coisa, call me.


Beijos de sua nova amiga desviciada

sábado, 12 de dezembro de 2009

Filosofar e...filosofia

A vida não é breve, nós que a tornamos breves aproveitando apenas poucas partes dela, e o resto é apenas tempo; assim dizia Sêneca. E realmente, se eu vivo, logo não serei sinônimo de um tempo que se foi ou que virá, mas sou o amor, a dor, o desejo, a paciência, sou o ar, a sombra, o luar, "e dia após dia eu fluo pelo seu coração". Minha vida não é uma equação, sendo assim posso ser o que eu quiser.
Às vezes eu imagino que não existe ninguém além de mim, que eu sou a única a vivenciar os melhores momentos, ninguém está aqui para me vigiar e me julgar, imagino poder ser como eu realmente sou, não usar mais nenhuma máscara.
Eu cansei de esperar, de assistir, de ficar parada. Eu quero a minha vida, quero perder para ganhar.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Férias Forçadas

Como vocês, meus leitores, devem saber, eu estou com alguns probleminhas de saúde que me impossibilitam de fazer várias atividades. Estou me sentindo impotente, queria estudar e terminar logo o ano. Terminar bem. Mas isso é questão de tempo, e não há nada a ver com vocês.
Eu ando escrevendo muuito, muito mesmo. Muitos dizem que eu escrevo bem, outros que escrevo mal; mas a realidade é que eu escrevo muito! poemas, desaforos, redações, e até uma história que nunca vou terminar. Se eu escrever sempre nesse ritmo, haja leitor! e ainda mais aqui no Brasil que a taxa de livros lidos por ano é 1,5 ou algo do tipo. Não importa, mesmo se ninguém ler, eu preciso escrever, preciso dar minha voz ao mundo, mostrar um sinal de vida. Quem sou eu para parar de escrever se Camões salvou Os Lusiadas num naufrágio em uma época que quase ninguém sabia ler?
Eu decidi não pedir mais p/ ninguém visitar meu blog porque eu odeio leitura forçada, odeio comentários nada a ver, odeio quem comenta por obrigação. Que fique claro: jamais esconderei meu blog; estará sempre disponível.
Eu li em um livro do Augusto Cury que música clássica nos faz concentrarmos mais nas atividades, logo, meu computador virou uma orquestra. Chopin, Bach, Mozart, Beethoven, Pachelbel, Vivaldi, Strauss, Liszt, Tchaikovsky: todos meus preferidos aqui.
Em 1 semana eu pude pensar em tanta coisa, como seria minha semana, o que fazer, etc e tal. Descobri que a vida é imprevisível. Que somos fracos a ponto de uma mudança climática nos afetar. Que o mundo não precisa de seres humanos para sobreviver. Viver é muito difícil.
Eu mudei alguns hábitos: não entrarei mais no MSN, assistirei 1 filme bom por semana, lerei 6 livros por ano e não é só, eu resolvi me aprofundar em filosofia: ler livros de vários pensadores, revistas(as da editora Escala), eu quero mesmo passar em Psicologia em Bauru, eu resolvi estudar, até física e matemática, eu sei que muitos duvidam, mas eu terei que enfrentar isso algum dia, e que seja logo p/ me mudar daqui.
Meu vizinho morreu e eu nunca soube de sua existência até hoje na hora do almoço. Sua esposa está com câncer e em coma, e ele, frustado, pegou o carro e houve um acidente: morreu antes que ela. Como é possível existir uma barreira tão fina entre a vida e a morte?
Minha semana foi um absurdo, o que era p/ ser um relax, virou uma zona. Mas o que eu posso fazer? apenas curtir o momento, logo estarei velha e terei de ficar parada sem ter opção.
Então que venha a vida, a rotina, a saúde, o desespero, as emoções!
Viver é difícil, muito difícil.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Indiferença

O que eu vejo? indiferença. O que eu sinto? indiferença. O que quero? diferença.
Sobre a última crônica da Lya Luft na revista Veja, ela soube descrever impecavelmente o que ocorre no mundo: stress; soube transmitir que o que matou o bebê no carro não foi o sol, não foram os vidros fechados, e sim o stress. Apenas o stress. E acontece a cada segundo, de várias formas, algumas visíveis enquanto outras passam subliminarmente entre vãos ocultos. Logo, para ser diferente, apenas precisamos sermos normais e calmos(?)
As pessoas "normais"(para não abaixar o nível) são estressadas; sem capacidade de pensar, de criticar; só pensam no mundo do consumo que os adultos tornaram uma necessidade diária; só conseguem ver o que se passa no próprio umbigo; precisam sempre de uma dose maior para se sentirem vivos. E é exatamente isso que nos faz perder a vontade de ver o que é belo, de contemplar o simples, de sentir a nostalgia e conseguir ter sentimentos bons.
Estamos criando crianças sem pensamentos, robóticas, infelizes, virtuais, superficiais, pequenas. Criando adultos para ocuparem cargos ótimos e destruirem o mundo. E ainda assim acreditam no "futuro da nação".
Precisamos pensar, criticar tudo, reagir, dar nossa atenção para coisas simples, precisamos parar de pedir coisas fúteis.
Precisamos urgentemente, mas quem consegue? Os fracos não tem mais vez nessa luta.
E assim nossa rotina continua. A vida é uma piada.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

O que realmente importa

Estudar, se apaixonar, trabalhar, ter um filho, e, enfim: morrer. Não, eu não quero ser assim, eu não quero ter que me prender em tradições, em modelos, em, então, destinos que não são meus. Quero liberdade, quero sentimentos, arte, cinema, literatura, paz, e, acima de qualquer coisa: viver a minha vida.
Quero ter um cérebro e não fingir tê-lo. Quero ter pensamentos e não bundas e peitos. Quero me ter, e, só à mim pertencer.
Se tudo na escola é cultura, então eu crio uma subcategoria p/ mim: cultura útil e inútil. Se, nas amizades, há as boas e as más, consigo caracterizar como: duradouras e de meio período.
Se vc estudar muito e seguir rigorosamente o que nos impõem, você não vive. Se vc fingir estar num parque de diversões, você ficará desempregado e até sem amigos. Se vc ficar no meio, sempre lhe restará a dúvida de não ter feito algo bem feito: ter fodido a vida ou arrumado de uma vez. E não é só isso, ainda há a religião que nos impõem mais e mais.
Como eu posso ser culta, tirar notas altas, ser legal, bonita, ter as melhores amizades, entrar na melhor faculdade, ser religiosa e, ainda por cima, viver?
Eu vivo numa contradição que nunca vou conseguir sair, que nunca irão ver que o ponto fraco não precisa ser melhorado, que, logo, o ponto forte nasceu para me destacar.
Se não existissem tantas diferenças ,não existiria mundo e mesmo assim querem nos julgar, nos massificar, nos roubar. De quem é a culpa disso tudo? você.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Pessoas são...pessoas

Estou cansada desse mundo feito de lixo, feito de miséria, desilusão, estresse, impaciência, desinteresse. Olhando nos olhos alheios e vejo sua ausênsia, seu sofrimento.
Por que as pessoas gostam de sofrer? de lançar olhares vingativos? de, então, fugir sem ninguém e sofrer? Eu odeio todo mundo. Odeio. Simples. Odiar sem sentir remorso pois todos merecem. Vão à merda.
Quanto eu mais penso em me livrar dos pensamentos sofridos, eu mais me enrosco em pessoas inoportunas, e não são só pessoas, são vagas lembranças, lembranças decisivas. Elas todas vem por cima de mim, me arrastam para baixo e olham em meus olhos me pedindo para implorar, me fazer jurar nunca mais procurá-la.
Cansei de toda essa burrice, essa merda que estou vivendo, nesse lixo que me destrói, que tira minha felicidade por ver um sorriso.
Vão todos para o inferno. Minha vida tá cheia de pestes e vou matá-las uma por uma, vou fazê-las sofrerem, vou lhes arrancas tudo.
Hoje não é mais um dia comum.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Desafiando o meu Eu

Aquele medo mais persuasivo, o coração cada vez mais pulsante, os olhos cheios de lágrimas, o desespero invadindo os últimos rastros racionais em meu cérebro. Desespero. É a palavra certa para descrever o que eu sentia em relação ao tempo, em relação ao meu destino.
Estou cada segundo que passa a curtir mais e mais minha vida. 15 anos talvez não sejam pouca coisa, descobrirei isso logo. "Não é tempo de se preocupar", ela disse, e quem sou eu para viver na injustiça? sou um humano controlado, porém com sentimentos que me destacam da massficação. Sentimentos, sempre os mesmos. Sorrio para eles na mesma fração que me impõem algo novo.
Estou tentando me autotreinar para poder, além de sobreviver, viver lá fora. Sozinha, alvo de qualquer pessoa má intensionada, paciente de um destino incerto. A luz do sol desvia-se dos galhos mais compridos e alcança as raízes.
Não sou mais uma, nunca fui. Fazer valer a pena é lenda, o que eu quero é fazer história.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Esperar não é regredir

Hoje já é Terça. Óbvio. Humanos são tão óbvios! E, mesmo assim, ser amigo de alguém é, para mim, a tarefa mais difícil que existe. Quando eu amo alguém, tento fazer o meu máximo para não decepcionar, mesmo se for em uma simples amizade; por que? oras, se alguém deposita sua vida em mim, tenho que cuidar bem, não posso magoá-la, não posso nem pensar em comparar as pessoas,tenho que ajudá-la, esperar o tempo dizer se tá tudo certo ou não. Realmente difícil e trabalhoso. Mas não há nada que pague uma boa amizade que você possa contar sempre, sem sentir que está atrapalhando. É extraordinário ver pessoas que te entendem, podem dizer as opiniões sem medo.
Eu acho que finalmente encontrei uma "Best", não sei por quanto tempo, nem o porque.
Esse post é apenas p/ deixar marcado no tempo que eu nunca irei esquecer minhas amigas, em especial, a Nathália.

Obrigada